Cinco etapas para desenvolver com agentes de IA — padrões de pensamento no lugar de bibliotecas complexas.
Simplicidade > ComplexidadeComece entrevistando o agente sobre o projeto. Sem sistema complexo — peça para o agente fazer perguntas sobre o que você quer construir, e use isso para alinhar o escopo.
Crie wireframes ou esboços focados apenas no front-end. Use dados fictícios (JSON) e não conecte a lógica de back-end agora — isso só sobrecarrega e confunde o modelo.
Use a capacidade nativa dos agentes para gerar um arquivo de plano em Markdown. Divida em fases, tarefas menores (to-dos) e etapas de verificação — sem frameworks externos.
Construa de forma incremental. Além de lint e compilação, use Playwright ou o modo de navegador do agente para simular o uso real. O smoke test manual (clicar pela aplicação) segue essencial.
Opcionalmente, use um segundo modelo (uma versão diferente do Claude ou GPT) para revisar o código e sugerir simplificações — um par de olhos frescos sobre o resultado.
Em vez de depender de repositórios gigantes, crie habilidades (skills) só quando perceber que o agente falha de forma repetida ou para automatizar processos muito específicos do seu codebase. Mantenha sempre a simplicidade para não inflar a janela de contexto do modelo.